Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento entrega materiais a deficientes

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento entrega materiais a deficientes

Vitrina, 30.04.2026 – O programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) entregou para a Associação dos Deficientes Físicos um lote de equipamentos mobilizados durante a gala dos beneficientes realizada no ano passado por ocasião do dia das Nações Unidas. A mobilização deste apoio material contou também com a participação do presidente da república, cuja primeira-dama se fez representar no ato de entrega.

“Os equipamentos que hoje entregamos são modestos em quantidade, mas cujo valor carrega muito maior do que o seu número. Representa um gesto coletivo de solidariedade e um passo concreto para ajudar a colmatar algumas dificuldades encontradas diariamente por pessoas com dificuldades em São Tomé e Príncipe”, disse o representante do PNUD, sublinhando que a entrega representa “um compromisso continuo com a dignidade humana, a inclusão, igualdade de oportunidades para todos”.

Eric Overvest dirigiu “palavra especial de reconhecimento” ao presidente da república que que segundo ela, apesar de não ter participado na gala uma contribuiu para o sucesso da arrecadação destes equipamentos.

Estes materiais foram selecionados para apoiar pessoas com deficiências físicas, auditivas, cegas, amblíopes e autismo.

O PNUD reconhece que no país as necessidades nessa matéria são muitas, “esse contributo não corresponde a todos os desafios”, mas fará certamente “uma diferença real” na vida dos beneficiados.

O governo são-tomense reconheceu que ato de entrega destes materiais “transcende a dimensão material dos bens entregues” e “representa um compromisso coletivo com a inclusão”

A ministra da justiça e direitos humanos que representou o executivo neste ato expressou “profundo agradecimento” ao PNUD por “este gesto nobre de solidariedade” e por “fazer da cooperação um instrumento concreto de transformação”.

“O desenvolvimento não se mede não se mede apenas em números e infraestruturas, mede-se na capacidade de não deixar ninguém para trás, sobretudo os mais vulneráveis”, disse Vera Cravid, desejando que esta iniciativa inspire mais parceiros.

M. B.

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