Vitrina, 28.04.2026 - Pelo menos dez pessoas já morreram nos primeiros três meses deste ano em acidentes de viação e a maioria das vÃtimas são motoqueiros. Este número de mortes representa mais de 60 por cento das 18 vÃtimas mortais registadas durante o ano de 2025. Colisões, atropelamentos e acidentes isolados provocaram os acidentes fatais. A PolÃcia Nacional diz que tem feito o possÃvel para reduzir as sinistralidades nas estradas do paÃs.
Entre janeiro e primeira semana de abril morreram dez pessoas nas estradas o que pode ser considerado como o perÃodo mais mortÃfero nas estradas de São Tomé, comparado com as estatÃsticas do ano passado.
“Tivemos 18 vÃtimas mortais ao longo do ano de 2025 (...) neste momento já temos registo de dez vÃtimas mortais nos diversos tipos de acidentes que registamos no nosso paÃsâ€, disse o subintendente Taylor Silva da Divisão Nacional de Trânsito.
A polÃcia sustenta que a maioria dos acidentes com vÃtimas mortais resulta de colisão, mais inclui atropelamentos e acidentes isolados. Em quase todos eles estão envolvidos motorizadas, cujos condutores são as principais vÃtimas mortais.
O subintendente da divisão nacional de transito adiantou ainda que entre os fatores que estão na origem destes acidentes está o consumo de bebidas alcoólicas e consumo de estupefacientes.
“Desde logo a condução sem habilitação legal, temos ainda o consumo de bebidas alcoólicas e estupefacientes que condicionam a nossa capacidade de prevenirmos o acidente em si e o desrespeito à s regras de transitoâ€, sublinhou o subintendente Taylor Silva.
Um relatório divulgado há cerca de três anos pelo Ministério da Justiça indica que existe um certo número de motoqueiros que conduz sob efeito de estupefacientes. Segundo a polÃcia, são nos Distrito de Agua Grande e Mé Zóchi onde ocorrem maior número de acidentes, mas Lobata e Cantagalo batem recorde em casos de mortes.
JP